O coronavírus, cientificamente identificado por COVID-19 e também conhecido ‘coronga’ e ‘coronavaiurussss’, como ficou popularmente depois que Cardi B pediu para que as pessoas parassem de tê-lo, tem causado uma grande mudança nas vidas de todo mundo.

Afinal, isolamento social, medida de proteção para evitar a disseminação do vírus, e a quarentena, o período recomendado de, no mínimo, 14 dias de cuidados sob o risco de ter contraído o vírus ou período de observação do indivíduo infectado, não são coisas que praticamos com muita frequência.

A pandemia tem nos ensinado um pouco mais sobre solidariedade, estender as mãos ao próximo, não sem antes lavá-las bem, claro. Estamos sendo acometidos por uma onda de cuidados com o outro e uma imensa rede de solidariedade na internet está crescendo cada dia mais.

Provavelmente, em algum momento da sua vida, você foi impactado pelo movimento “Compro de quem faz”, que consiste em dar prioridade por consumir produtos de pequenos produtores (roupas, gastronomia, decoração, artesanatos, produtos de cuidados pessoais, etc) ao invés de produtos produzidos em larga escala por grandes redes.

Com o caos do Covid-19, muitas empresas estão perigando fechar. E para evitar que está crise piore, uma grande corrente do bem vem se formando, como por exemplo: a fomentação do consumo de produtos de pequenos comércios nos próprios bairros.    

Deixar de ir em um supermercado de uma grande rede e priorizar o mercadinho da tia do bairro que, provavelmente, terá quase tudo que precisaremos nestes dias de isolamento. Ou optar pela farmácia do senhorzinho que está no bairro há décadas, ao invés de escolher a rede que tem uma farmácia em cada esquina.

Alguns bairros, inclusive, estão se organizando através de perfis nas redes sociais para divulgar as empresas locais que precisam de apoio. Aqui na região do centro de São Paulo,  perfis no Instagram, como o Vila Buarque e o Comércio Local Consolação, estão listando empresas que seguem funcionando (dentro de todas as recomendações dadas pelas entidades de saúde).

São padarias, mercadinhos, feirantes, docerias, restaurantes, farmácias, entre outros. Inclusive, você pode fazer sua parte procurando e/ou sendo facilitador de iniciativas como essas em seu bairro/cidade.

Ações de fomento ao empresariado local devem ser feitas! O comércio vem se reinventando e buscando soluções que facilitem a vida de seus consumidores: atendimento telefônico e através redes sociais, delivery próprio, serviços ‘take and go’, entre outros. 

Se tem uma lição que esperamos que fique depois que essa tormenta passar, é manter a empatia e olhar ao próximo. Por enquanto o corona segue nos ensinando que podemos ser bem mais!

One thought on “Ninguém solta a mão de ninguém”

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