Normalmente gosto muito de escrever sobre mim. Sim, acho que essa é uma ótima forma de me conhecer melhor e, com o tempo, fui aprendendo que as pessoas, principalmente nas redes sociais e blogs, precisam se identificar com alguma coisa, seja o sonho de consumo, como é o caso das blogueiras de luxo, a moda ou com os dramas da adolescência e juventude, que é o meu caso.

Nessa onda de escrever sobre as minhas reflexões e as coisas que acontecem comigo, percebi que ando tendo muita dificuldade para expressar com palavras o que eu sinto ou o que vem acontecendo no dia-a-dia.

E muitas das vezes, acabo anotando frases soltas nas agendas da vida. Vou confessar um segredo: adoro ter um caderninho, uma agenda pra anotar todas e quaisquer coisas.

Nos últimos dias ando querendo ouvir umas músicas antigas e comer besteira – besteira entende-se por bolacha, torrada com requeijão, tomar coca-cola e fumar.

Apenas isso! (Eu só quero lembrar que esse post não faz nenhuma apologia ao tabagismo ou consumo de drogas mas, eu acredito que cada um tem o direito de fazer o que quiser com seu corpo e, uma vez que sua atitude não interfere na minha vida, isso não é da minha conta. Então, se você consome algum tipo de droga. Isso é problema seu e não meu! – Isso já é assunto para outro post). 

Nós humanos temos a necessidade que temos em expressar o que sentimos, isso é com todos os seres humanos.

Seja com uma musica, uma frase de efeito, uma imagem combinado com uma frase de efeito que você posta no instagram e já manda pro facebook e assim por diante.

Por fim, fiquei refletindo sobre essa real necessidade que temos de ficar justificando tudo para todos, tendo que ter palavras para tudo. Tem uns dias já que eu pintei meu cabelo de roxo e, se você me conhece há algum tempo, você sabe que é a coisa mais normal do mundo eu pintar meu cabelo de roxo, rosa, verde, azul, arco-íris e por ai vai brotando cor! 

Como ainda vai fazer 2 anos que moro em São Paulo, as pessoas não estão acostumadas a me ver de cabelo colorido, porque desde que cheguei nessa cidade a única coisa que eu fiz foi merdas e trabalhar.

Coisas normais na vida de um adulto – pode não parecer mais sou um adulto! Quando da noite para o dia cheguei de cabelo colorido, todos começaram a perguntar o porque eu tinha pintado e blá blá blá!

Comecei a justificar, falando que já tinha feito isso antes, já estava acostumado a mudar a cor do meu cabelo e fazer uma maluquices… E as pessoas iam questionando e falando e me irritando e querendo porque querendo que aceitasse que a opinião delas como certa.

Nessa história fui ficando irritado, brigava com a pessoa e acabava aquele naquele climão chato. Não sei qual a necessidade de achar que sua verdade é absoluta e só você está coberto de razão e ainda brigar por isso com garras e dentes!

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Ufa! Tô me sentindo um gato que tira a bola de pelo da garganta.

Depois de muito brigar e tentar explicar meu ponto de vista em torno de uma questão que é referente apenas a minha pessoa e meu cabelo, comecei adotar a seguinte postura.

Quando alguém vem questionar o por que pintei o cabelo ou o porque eu não fui em tal lugar, porque eu não quero fazer uma tal coisa, uso uma resposta que pode parecer rude, mais é a mais pura verdade da vida…

“POR QUÊ EU QUIS!” – simples assim.

Conclusão do pensamento: Fiz porque quis e preciso ficar justificando nada!

Enquanto isso, vou aqui refletindo sobre como descrever os fatos que vêm me atormentando e pensando sobre tudo, como expor eles para vocês e se isso pode ajudar vocês mudarem alguma coisa em suas vidas.

Se você gostou desse post ou simplesmente achou que ele não te ajudou em nada, não precisa ficar se justificando nos comentários, mas se quiser deixar a justificativa para ajudar a melhorar não vou achar ruim não.

Beijos e até o próximo!

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